segunda-feira, 27 de abril de 2009

Crise - "s" = CRIE!

Prepare-se!
Chegou a hora
de mostrar seu talento!
A entrevista de emprego é a melhor oportunidade que você tem para impressionar o entrevistador e convencê-lo de que é o profissional adequado para preencher a vaga disponível. Por isso, você deve estar preparado para vender suas qualificações nesse momento.
Para garantir que você tenha o melhor desempenho durante as entrevistas de emprego, ofereço neste Artigo dicas para você praticar a sua atuação em uma Entrevista:

- Você será entrevistado por um Consultor(a) e ou Profissional de RH, com ampla experiência em orientação profissional (ou o suficiente!),
durante cerca de minutos/horas;
- Em determinado prazo você receberá um feedback (ou não!) com a análise de seu Currículo e Entrevista, apontando os pontos positivos e também aqueles que devem ser melhorados em seu desempenho;
- Se a valorização dos pontos negativos iniciarem a explanação de suas qualificações, solte fogos mas, se os pontos positivos forem valorizados logo no início, já identifique a batalha perdida, torne este fato uma fonte de combustível, reflita, faça uma auto-análise e identifique os pontos a serem melhorados. Assim, imediatamente após a constatação de sua eliminação do processo seletivo à vaga em questão, você saberá como obter melhores resultados durante as próximas entrevistas de emprego.

Durante a Entrevista

- Aborde apenas aspectos profissionais durante a entrevista, enfatizando sua experiência profissional. Seja objetivo(a) e só responda o que for perguntado;
- Procure fazer perguntas pertinentes à vaga e mostrar que conhece a empresa na qual está realizando a entrevista. Pesquisas prévias sobre a Empresa, seu mercado e seus concorrentes colocarão você no cenário;
- Transmita as informações de maneira clara e transparente. Não fuja do assunto. Use frases afirmativas, não julgue fatos, apenas apresente opinião neutra em assuntos secundários à Entrevista;
- Ressalte os pontos fortes do seu perfil profissional que estejam relancionados com a vaga em questão. Mas lembre-se: seu Ego pode ficar em casa, aguardando notícias suas sobre o seu desempenho na Entrevista. Ego neste momento inflamará sua imagem e a oportunidade lhe escapará pelos dedos!

Uma Entrevista Segura

- Quando você for convocado para realizar uma entrevista, tenha certeza de que se trata de uma oportunidade real de emprego. Pesquisas prévias, como já dito,
são fundamentais;
- Certifique-se que não será feita nenhuma cobrança – pela realização de testes psicológicos ou elaboração de currículo – para que você possa participar do processo seletivo e, mesmo que hajam taxas e/ou cobranças, certifique-se da natureza de tais cobranças antes de incomodar seus Escorpiões!rs;
- Utilizando de PNC e PNL (Programação Neuro Cognitiva e Linguística, respectivamente!) e, atento à tudo e à todos, observe o Entrevistador, seus gestos, para onde olha, tons de fala, pois tenha uma certeza: ele também estará te observando! O simples "observar" lhe apresentará Sinais Intuitivos, e você saberá como melhor conduzir sua Entrevista!

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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Regras no Outlook 2007!

Eu imagino que sua caixa de entrada fique cheia de e-mails, de diversas pessoas, contatos pessoais e comerciais, além de quase infinitos SPAMs que cada vez mais insistem em te irritar. Em uma ação normal, você iria verificar cada um desses e-mails, respondem aos devidos, exclusão à outros, etc.
Neste artigo apresento duas alternativas que, se usadas em conjunto, facilitam a organização do seu trabalho com a manipulação de seus e-mails.
Primeiramente, você precisa saber que não há a necessidade de entupir sua caixa de entrada, pois da mesma forma que você faz com seus arquivos, organizando-os em pastas e subpastas, igualmente você pode organizar seus e-mails também em pastas e, se desejar e houver necessidade, também em subpastas. Para criar uma pasta, siga os passos descritos abaixo:

- Clique com o botão direito do mouse em "Pastas Particulares" (poderia ser qualquer outra!) e clique em "Nova Pasta";
- Na janela que se abre, informe o nome desejado à pasta, selecione a partir de qual pasta do Outlook ela será criada, e clique em "OK".

Nas imagens abaixo, criei uma pasta "Suporte".


Em segunda instância, dando continuidade às duas alternativas citadas, o Outlook fornece um recurso de organização de e-mails, chamado "Regras e Alertas". Uma regra é uma ação que o Microsoft Office Outlook executa automaticamente em uma mensagem recebida ou enviada, que satisfaz condições e especificações configuradas na regra.
Você pode escolher várias condições, ações e exceções usando facilmente o Assistente de Regras e Alertas.

As regras fazem parte de duas categorias gerais: Organização e Notificação!

- Organize-se: São as regras que o ajudam a arquivar e acompanhar as mensagens. Por exemplo, você pode criar uma regra para mensagens de um remetente específico, como João da Silva, com a palavra "vendas" na linha Assunto, para ser sinalizada como acompanhamento, categorizada como Vendas e movida para uma pasta chamada Vendas do João.

- Atualize-se: São as regras que o notificam de alguma maneira quando você recebe uma mensagem específica. Por exemplo, você pode criar uma regra para tocar um som específico quando receber uma mensagem de algum familiar.

Hipoteticamente criaremos uma regra que moverá todos os e-mails provenientes de suporte@dicasdoquaresma.com.br para a pasta "Suporte".

- No menu "Ferramentas", clique em "Regras e Alertas";


- Na janela que se abre, clique em "Nova Regra";
- Na seção "Organize-se", selecione "Mover as mensagens de alguém para uma pasta";


- Ainda nesta janela, na seção "Etapa 2", clique em "pessoas ou lista de distribuição", e na caixa de texto ao lado do botão "De->" digite "suporte@dicasdoquaresma.com.br" (sem as aspas!) e clique em "OK";


- Ainda na seção "Etapa 2", clique em "especificado(a)", na janela que se abre selecione a pasta "Suporte", clique em "OK", e ao retornar ao assistente, clique em "Avançar";


- Na etapa seguinte, em nosso exemplo, as condições já foram definidas, mas é importante que você "passe os olhos" por todas as opções, pra ter uma idéia da quantidade de possibilidades de condições que você pode criar...
Clique em "Avançar";


- Na etapa seguinte, em nosso exemplo, as ações já foram definidas, mas é importante que você "passe os olhos" por todas as opções, pra ter uma idéia da quantidade de possibilidades de ações que você pode criar...
Clique em "Avançar";


- Na etapa seguinte, em nosso exemplo, não há exceções a serem definidas, mas é importante que você "passe os olhos" por todas as opções, pra ter uma idéia da quantidade de possibilidades de exceções que você pode criar...
Clique em "Avançar";


- Na última etapa, defina um nome para essa regra, marque a opção "Executar esta regra agora nas mensagens em 'Pastas Particulares' ", certifique-se que a opção "Ativar esta regra" está marcada e, por fim, clique em "OK".

Pronto... a partir de agora todas as mensagens que você receber de suporte@dicasdoquaresma.com.br serão movidas automaticamente para a pasta "Suporte", tomando logicamente, nosso exemplo como base!


Apesar da descrição dos últimos passos serem repetitivos, perceba que, combinando condições, ações e exceções, você pode organizar seus e-mails de inúmeras maneiras e possibilidades.
Nos casos onde você pretende mover e-mails para uma determinada pasta, e no meio dos passos do assistente de regras você lembrou que ainda não criou a pasta desejada, não se preocupe, pois na etapa onde você informa para qual pasta os e-mails serão movidos, em nosso exemplo, a pasta Suporte, há um botão "Nova...", onde você pode criar uma pasta no meio do processo de criação da regra.

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Validação de Dados no Excel!

Ao utilizarmos o Microsoft Excel na elaboração de planilhas, das mais simples às mais complexas, se somos nós mesmos os responsáveis pela entrada de dados, tudo bem. Mas quando elaboramos planilhas onde a entrada de dados será efetuada por outro usuário, independentemente do grau de conhecimento deste, é importante limitarmos a digitação das informações, para que a funcionalidade da planilha não seja afetada. Um exemplo típico e bastante comum é a criação de formulários para a coleta de dados, como planilhas de banco de horas, folha de pagamento, controles administrativos, etc.
Para resolver esta situação, o Excel possui o recurso Validação de Dados, algo que, apesar de aparentemente complicado, apresenta um resultado final bastante interessante e funcional, além de ser muito simples e fácil de configurar.
Como este recurso é muito amplo, permitindo-nos uma quantidade enorme de possibilidades de Validação de Dados, utilizei um exemplo onde limitaremos a entrada de dados apenas para as palavras "Windows, "Word", "Excel" e "PowerPoint", lembrando que poderiam ser números, resultados de fórmulas, ou qualquer outra informação que seja conveniente para limitar a entrada de dados em uma célula, ou em um conjunto delas. Qualquer entrada de dados diferente das palavras mencionadas forçaremos a exibição de uma mensagem de erro, informando ao usuário o correto a fazer!

Mãos à Obra:

- Abra o Microsoft Excel e selecione a célula C4
(esta célula será usada como exemplo!);
- Selecione a aba "Dados", clique no item "Validação de Dados",
e clique na opção "Validação de Dados";


- Na janela que se abre, na aba "Configurações",
no item "Permitir", selecione "Lista";
- No item "Fonte", digite "Windows; Word; Excel; PowerPoint", sem as aspas;
- Ainda na aba "Configurações", desabilite a opção "Ignorar em Branco" (isso não permitirá o conteúdo "em branco" na célula!) e certifique-se que a opção "Menu Suspenso na Célula" esteja marcada;


- Na aba "Alerta de Erro", certifique que a opção "Mostrar alerta de erro após a inserção de dados inválidos" esteja marcada, em "Título" digite "Erro!" , em "Mensagem de erro:" digite "Selecione uma das opções válidas!" e, por fim, clique em "OK".


Esses passos garantem a fidelidade da entrada de dados, impedindo qualquer informação diferente das informadas nos critérios de validação. Ao tentar digitar a palavra "Internet", por exemplo, veja o resultado.

O recurso Validação de Dados é oferecido em todas as versões do Microsoft Excel, mudando apenas, sutilmente, o caminho para chegar até ele!
É importante salientar que foi apenas um exemplo, mas que a partir de agora você poderá elaborar planilhas com 70 a 80% (às vezes até mais!) das entradas de dados utilizando Validação de Dados, assegurando assim, a integridade e funcionalidade de suas planilhas! Este é um recurso, repito, muito amplo, permitindo inúmeras possibilidades de Validação de Dados.
Portanto, coloque sua criatividade em prática!

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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Afinal: Desligar ou Não?

Você já deve ter se perguntado se o ato de desligar o Computador, seja ele de Mesa ou um Notebook, realmente contribui para aumentar a vida útil da máquina. Se pesquisar pela Internet ou perguntar para algum técnico encontrará diversas respostas contraditórias. Afinal, o que é melhor: Desligar ou deixá-lo ligado o tempo todo? Veja alguns motivos que podem apontar a melhor opção no seu caso.

Porque Desligar?

Existem alguns motivos para que você desligue seu Computador a noite e só ligue novamente no dia seguinte:

- Salvo os HD feitos especificamente para Servidores, o mecanismo dos discos rígidos não foi desenvolvido para trabalhar continuamente;
- Os Sistemas Operacionais, principalmente o Windows, realizam procedimentos importantes durante os atos de ligar e desligar o Computador;
- Computadores consomem energia e desligar a máquina é uma maneira importante de economizar com a conta de luz;
- O superaquecimento de um Computador pode fazer com que os componentes queimem ou ocorra um curto-circuito. Se o ambiente em que o Computador se encontra for quente ou mal ventilado é provável que os componentes do Computador esquentem além do normal, se ficar muito tempo ligado.

Porque mantê-lo ligado?

Há também vários argumentos para que você deixe seu Computador ligado o tempo todo:

- O ato de ligar e desligar os Computadores pode causar o desgaste acelerado de alguns componentes, principalmente Coolers e HDs;
- Muitos erros causados pelos Sistemas Operacionais poderiam ser evitados se o Computador ficasse sempre ligado, pois muitas vezes é no ato de desligar a máquina que alguns arquivos são corrompidos, causando erros antes inexistentes;
- Na necessidade de monitorar continuamente aplicações, equipamentos, e até mesmo um acesso remoto ou acompanhar seus e-mails;
- É uma tendência mundial o Computador tornar-se não só um equipamento operacional, como também uma Central Multimídia onde, nos momentos de laser, ele é utilizado para ouvir músicas, assistir filmes On-Line ou DVDs físicos, além da Internet cada vez mais presente em nossas vidas!

Afinal, Desligar ou Não?

Especialistas de grandes empresas como HP e Seagate dizem que não há grandes problemas em deixar o computador sempre ligado. --- “Se você não se importa com o consumo de energia ou com o carbono liberado, não há grandes problemas (a curto e médio prazo!) em deixar seu Computador ligado!” --- diz Ken Bosley, veterano no Grupo de Sistemas Pessoais da HP. É fato que deixar o Computador ligado diminui um pouco a vida útil do aparelho, mas é mais provável que você aposente seu Computador por ele estar ultrapassado do que por estar “gasto” de ter ficado ligado por muito tempo!

Se você optar por deixar seu Computador ligado ininterruptamente, segue algumas dicas por mim aplicadas:

- Se o seu Computador é de Mesa, é viável manter mais de um Cooler refrigerando o Processador e a Fonte;
- Ainda em um Computador de Mesa, se ele não estiver em uso, acione o botão Power do Monitor e mantenha-o desligado, até que você volte a usá-lo;
- Se o seu Computador é um Notebook, quando ele não estiver em uso, mantenha-o sobre uma superfície fria, como alumínio, mármore, etc., e mantenha as arestas de ventilação livres;
- Ainda em um Notebook, se ele não estiver em uso, feche-o, mantendo-o em Modo de Espera... Se houver a necessidade de mantê-lo conectado na Internet, mantenha-o aberto e configure as "Opções de Energia" do Windows para desligar o Monitor após alguns minutos de ociosidade (por sua definição e conveniência!).

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segunda-feira, 30 de março de 2009

Mídias Ópticas!

Com a chegada dos equipamentos com capacidade para reproduzir vídeo em Alta Definição, foi necessário que um novo tipo de mídia óptica fosse inventado, pois quanto maior a definição de um vídeo, mais espaço ele consumirá, demandando discos com maior capacidade. Surgiram assim, as mídias ópticas de grande capacidade e, com elas, uma confusão de nomenclaturas para a qual os usuários não estavam preparados. Para resolver de uma vez por todas as suas dúvidas sobre os tipos diferentes de mídia existentes no mercado, tabulei neste artigo a definição de todos para você consultar sempre que tiver dúvida.

O bom e velho CD

A sigla “CD” foi adotada devido ao fato de, na época do seu lançamento, existir os discos de vinil, que eram grandes e desengonçados. O nome “Compact Disc” foi criado como uma comparação ao vinil, pois logicamente o CD é extremamente compacto em relação ao seu antecessor. Sem muita demora, surgiram os primeiros CD-R (CD Recordable), que não suportavam mais de uma gravação. Ou seja, assim que você esgotasse a capacidade de armazenamento, seu CD Gravável não poderia ser apagado ou receber mais dados. Hoje com capacidade para 700 MB ou 80 minutos de áudio sem compactação, continua não permitindo que nenhum dado seja apagado do CD.
Depois de adicionados, os dados que lá estão são permanentes. Se não for utilizada toda a capacidade na primeira gravação, podem-se gravar outras sessões, até que o CD esteja completamente cheio.

O CD-RW (CD Rewritable), ou CD Regravável, também tem a capacidade de 700 MB. Essa mídia permite que você grave, apague os dados e grave novamente. Sua vida útil é de aproximadamente mil ciclos (1 ciclo = gravar uma vez + apagar uma vez!), levando-se em consideração, evidentemente, o cuidado em não riscá-los!

Mini-CD: apesar de pouco popular, é uma boa opção para quem não gosta de carregar os CDs de tamanho normal. Além do tamanho reduzido (8cm de diâmetro, contra os 12cm do CD normal), sua capacidade também é bem menor: 180 MB, ou 23:30 minutos. Os tocadores e gravadores de CD que possuem a “gaveta” são perfeitamente capazes de reproduzir e gravar Mini-CDs.

As Novas Mídias


A tecnologia foi se desenvolvendo e trazendo novos tipos de mídia. O DVD, que de início era sigla para Digital Video Disc, mas que é chamado por alguns de Digital Versatile Disc, foi lançado a princípio para armazenamento de vídeo, mas assim como o CD, ele foi logo adaptado para ser utilizado para armazenar qualquer tipo de dado. Assim como os CDs, existem os DVDs graváveis e os regraváveis. Porém, os DVDs têm uma particularidade que não existia no CD: existem padrões e capacidades diferentes.

DVD-R: com capacidade de 4.7 GB, é o formato mais usado no Brasil. Muitas vezes as pessoas podem se referir a esse tipo de mídia como DVD5, devido ao fato de a sua capacidade estar próxima dos 5 GB. Também existem DVD-Rs com capacidade de 8.5 GB (também chamados de DVD9). Isso é possível porque são usadas duas camadas diferentes no mesmo lado do disco, praticamente dobrando a capacidade de armazenamento. Também existem os DVDs com capacidade de gravação nos dois lados do disco, mas esse tipo é difícil de ser encontrado, pois não se popularizou no Brasil. Sua capacidade é de até aproximadamente 15 GB.

DVD-RW: esse tipo de DVD tem a mesma capacidade do DVD-R, com a possibilidade de apagar os dados e reutilizar o disco, assim como o CD-RW.

DVD+R e DVD+RW: esses dois tipos são praticamente idênticos ao DVD-R e o DVD-RW, respectivamente. A diferença básica entre eles é o desempenho na hora de queimá-los, devido ao modo com que os dois tipos realizam a gravação. As mídias com o sinal de menos (-) são gravadas do centro para fora, em uma única linha, formando uma espiral. Já os discos com um sinal de adição (+) são gravados em vários círculos concêntricos. Isso dá uma maior rapidez aos DVD+R e DVD+RW tanto na leitura quanto na gravação.
Porém, essa diferença é quase imperceptível.

As mídias com sinal “+” costumam ser um pouco mais caras, mas a diferença é irrisória. Quanto à compatibilidade, no início não era possível executar e gravar discos se o sinal fosse diferente ao suportado pela gravadora. Hoje, a maioria das leitoras e gravadoras já suporta os dois tipos, então você não precisa se preocupar se na loja só tem um dos dois.

Saíram do Forno Recentemente!

Com o surgimento dos equipamentos com capacidade para execução de vídeos e filmes em alta definição, era necessário desenvolver uma mídia de grande capacidade, para possibilitar assim, o armazenamento de imagens em alta definição, que ocupam muito mais espaço. Com a Sony à frente do projeto, foi criado então o Blu-Ray, que possui esse nome justamente porque a cor do laser que faz sua leitura e gravação é azul. A capacidade do Blu-Ray é de incríveis 25 GB nas mídias com uma só camada. Nos discos com duas camadas, o tamanho dobra, chegando aos 50 GB.

HD-DVD: similar ao Blu-Ray, porém com capacidade menor, o HD-DVD recentemente perdeu a batalha pela hegemonia das mídias de grande capacidade por motivos óbvios: hoje, apesar da tecnologia, quanto mais capacidade, mais popularidade! A empresa Toshiba comandava o desenvolvimento dessa mídia, juntamente com outras gigantes, como a Microsoft. Porém, há pouco tempo a Toshiba anunciou o abandono do projeto, dando ao Blu-Ray e à Sony o título de única mídia de alta capacidade disponível no mercado.

Esses são os tipos de mídia ópticas amplamente disponíveis e populares hoje no mercado (exceto pelo HD-DVD). Muitos outros formatos já passaram pelas nossas casas, como o cassete e o MD, mas nem todos foram tão populares quanto os discos ópticos são hoje.

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segunda-feira, 23 de março de 2009

Assinaturas no Outlook 2007!

Ao redigirmos um e-mail, independente de seu conteúdo pessoal ou comercial, ao final do corpo do e-mail é sempre importante se identificar e ainda informar dados de contato. Apesar do próprio e-mail ser sua identificação, seu endereço eletrônico, imagine uma carta chegando pelo correio, com seu nome e endereço completo, mas apenas com o endereço do remetente, sem o respectivo nome.
Portanto, é de bom tom que ao final de seus e-mails você insira uma Assinatura, nomenclatura usada para identificação do proprietário do e-mail e suas respectivas informações.
Algumas pessoas já utilizam essa metodologia, mas sempre "digitam" suas Assinaturas ao final de seus e-mails. Aproveitando, uma Assinatura de email consiste em textos e/ou imagens adicionadas manual ou automaticamente ao final de uma mensagem de email. Para otimizar a inserção de Assinatura(s) em seus e-mails, utilizaremos o cliente de e-mail Microsoft Outlook, em sua versão 2007, para mostrar como é simples automatizar a adição de sua(s) Assinatura(s). Você pode criar quantas Assinaturas desejar para diferentes finalidades, como para comunicação comercial ou pessoal.
Exemplificando, use seu primeiro nome para as mensagens endereçadas a amigos e à família, ou seu nome completo e endereço de email para as mensagens endereçadas a contatos comerciais. Você também pode usar uma Assinatura para adicionar um texto personalizado, como uma explicação de como deseja que as outras pessoas respondam às suas mensagens, ou até mesmo um texto combinado com imagens, no caso de uma logomarca da empresa onde você trabalha.
O primeiro passo a ser seguido é a criação de sua Assinatura, ou várias delas. Após, você também pode configurar seu Outlook para que ele adicione automaticamente uma determinada Assinatura, ou deixar esta ação manual, para que você obtenha o controle da situação.

Vamos lá...

- Com o Outlook 2007 aberto, acesse o menu "Ferramentas" e clique em "Opções";
- Na janela que se abre, selecione a aba "Formato de e-mail", e clique no botão "Assinaturas";


- Na janela de Assinaturas, clique em "Novo",
dê um nome para a Assinatura, e clique em "OK";


- A partir deste ponto, no quadro branco inferior, digite o que desejar para a sua Assinatura, utilizando formatação de fontes (cores, tipos, estilos, etc.) e, quando estiver a seu gosto, clique no botão "Salvar".

Abaixo dois exemplos de assinaturas, "Pessoal" e "Comercial", valendo lembrar que são apenas exemplos, pois o conteúdo da Assinatura é muito pessoal e cabe somente a você definir tais padrões, levando unicamente em consideração o bom senso para as finalidades que você necessita!


Após a criação da(s) Assinatura(s), você ainda pode definir em qual conta de e-mail tal Assinatura será padrão, e se a inserção em novas mensagens, mensagens respondidas e encaminhadas serão automáticas ou não.
Em caso negativo (se quiser que a inserção seja manual!), mantenha as duas caixas com a opção "Nenhuma" selecionada, ou conforme sua conveniência.




Por fim, ao abrir uma nova mensagem, responder ou encaminhar mensagens recebidas, conforme as configurações que você definiu, a Assinatura aparecerá automaticamente ou não. Se optou por inseri-las manualmente, após redigir o corpo de seu e-mail, siga os passos descritos abaixo para inserir a Assinatura:

- Mantenha o cursor na posição exata que você quer a inserção da Assinatura;
- Selecione a aba "Inserir", clique no botão "Assinatura" e clique sobre a Assinatura desejada.


Ainda assim, caso queira fazer pequenos ajustes já com a Assinatura inserida, ou até mesmo acrescentar ou excluir informações, basta editar o texto normalmente.
Obs.: O recurso de Assinaturas de e-mail é oferecido em todas as versões do Microsoft Outlook, inclusive no Microsoft Outlook Express, mudando apenas, sutilmente, o caminho para chegar até ele!

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